Poeticidade Maltrapilha

Rodrigo de Alcântara ( Apresenta )

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Mistério Do Caos


Quem de nós?
Mas quem de nós?
De quais descendências viemos?
















Nós fomos, somos e seremos?
















De um início negro,
Onde sem forma e vazia
Começara de um sonho...
















Quando a terra era primitiva
Sobre  Krónos permaneceu
Em latência durante eras...
















......................
















E quando de uma tormenta!!!
Rápida e rasteiramente
A deformidade retirou-se!!!
















Deu por um instante,
Lugar ao novo...




Reproduziu então,
Um sonho arque-bélico....
Que se concretizou...a principio!!!
















Tudo então, prosperou como uma bela pandemia,
Quando os medos não venciam,
Gente sendo feita de poeira....
Todos sendo nomeados...
Todos voavam sem se perder...










Ate que...
















Apavorantemente das profundezas,
Ressurgiu aquele a quem não se deve nomear,
Surgiu também de um sonho...
















Mas este valeu-se malévolo...
















Este então, se enfureceu contra quem....
Lhe soprou a vida!!
















Traiçoeiramente atou-lhe suas garras venenosas...
















Doravante libertou Dolores,
Rainha da dor...
Fez cair maldições sobre nós!!
Destilando perdições e tormentas.
































E após isto...
Covardemente se ocultou...Em seu reino...
Que encontra-se abaixo
No submundo
6º, de onde um dia já havia habitado....
















Depois do dia vem a noite!!!!
















A profecia se fez!!!
















Malditos e impuros somos nós agora!
















Todavia...
















Sem demora aprendemos a invocar,
A quem acreditamos que nos soprou a vida...
E em elevada ascensão,
Verbalizamos dizeres e súplicas com ritos....






























E ao nascer do Sol!!












Felizmente!!
Ele responde aos evocantes!!!!!
















Sobre as colinas....














Ele encontra-se
Em seu grand-trono...
Na 7º casa
Do Templo do Leste Nascente,
















E se for de seu querer....














Dará acesso a redenção!!!
















...................
















Independentemente.....
Devemos untar a terra,
Com o suor de nossos esforços...
















E se preciso for...
Pagaremos o salário das iniquidades.....
Através de penitências!!!
Acalmando assim....
Aquele a quem nós devemos nomear!
















Sabendo-se disto,
Interpelarei então...
















Quem de nós?
Mas quem de nós?
De quais descendências viemos?
















Nós fomos, somos e seremos?









Quem conhecera aquele...
Que se encontra por todo o sempre?









Entre hoje, ontem e amanhã?












E quem saberá destas coisas,
Quando o ciclo recomeçar?