Poeticidade Maltrapilha

Rodrigo de Alcântara ( Apresenta )

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terça-feira, 8 de julho de 2014

Kiim


Era o céu de um brilho sereno...
Vi-te como um contraste meu!
Vi-te reclinando sobre sonhos desnudados.

Me perdi...
No seu cheiro,
No gosto do beijo!

Tocou minha alma e febril ficou meu coração.

Me lancei no seu seio ardente...
Sonhando um sonho que flutua e que não se sonha só!

Tão caricioso sorriso!
Floresce a perceber o perfume
De tão apaixonado ser!
Brilhantemente alveja na trilha dos teus olhos...
Tudo coadjuva para o bem...

Porque é que você me bagunça tanto!
Ou talvez outro beijo teu...
Que me faz mergulhar sem temer!
Bebo da tua água, levanto com ternura,
E velo teus sonhos....

Finalizando eu, vos direi..... 
Amo para entendê-la.
Amo para senti-la mais feliz....
Pois só quem ama pode ter ouvidos
Capazes de ouvir e entender uma estrelas.

terça-feira, 1 de julho de 2014

Ninive


Dia sereno
Suspiro doce...
Com barulho elementar vem me visitar...

Do ponto de onde parto...bifurco
Desforrado e desinteressado afrontei,
E adentrei numa utópica epopeia!!!

Disparei desordenadamente outras coisas  no coração.
Fiz do íntimo um salto!!!
Bradei trovando minhas mazelas...
E em pequenina barcaça rumei...
Experimentando aversão.

Me resguardei ao rigor do tempo.
Mergulhei além dos limites!
Desencorajado...... fui tragado..

Deus como eu desejei viver!!!

Como me arrependi debaixo das poderosas ondas
Que rolavam sobre mim...
Senti tão grande pesar!


Noite longa
Suspiro doce
Com barulho elementar vem me visitar

Água jorrando, todo ensopado... me enxuguei!!
Felicitou-me com um manto de pano simples.
Ponto por ponto, vírgula por vírgula!
Expeli com cuidado o esbelto amor.

Do pó levantamos os pequeninos e do
Monturo os necessitados...

Efeito de transformação amiúda
Produzindo parcelas iguais de vestes
Rasgadas de embaraço e dor!

Briguei com Theó, geniosamente com grande avidez
Me perturbei sofregando....subverti e fiquei irado.

Ordinária plebe vulgacha...

Zangado e teimoso fui de encontro
Ao nascer-do-sol.
Armei tosca barraca de morada
E me sentei a bisbilhotar!
 

Arrebatou desvelo dedicado,
E polida consideração por nobiliarquia.

Haste lenhosa, rica belezoca!
Me trouxe seguro abrigo...

Durante a noite enamorado
Contei as estrelas do céu.... e as cadentes também!
Acordei e vi que esvaiu o que me alegrava.

Ruinei profundo desgosto.

Theó me pós à vista que...
Não era a privação do amparo!
E sim a profunda aversão, o ódio em si.

Tocou profundas feridas
E entrevi quão tolo fui.

quinta-feira, 19 de junho de 2014

Hoje


Um universo de palavras à mão...
À maquina, à moda de, à mostra!!!
À paisagem, às vésperas.....voltou....

Não sei o motivo por que altercaram.
Quando vós cantáveis eles acalmavam e desbroncavam....
O que esta ali acostumou-se a viver com outrem!!!

Diluo a tinta em água e descrevo à ilustre cena.

Tremeluzi meus guaches em cartolina e...
Explorando cafonices atenuadas ao cambalear...
Entortei as provocações.

Minuciosamente termino a caricatura frenética e...
Van Gogueio o centro,
Clareio lacunas e uso o classicismo para classificar.

Duvidei, critiquei, determinei!!!
Revolvi os ciscos separei a dissidência.
Clarifiquei usando químicas lucidas.

Considerei tal como prima.
Então como de costume fui 
Com o objetivo de expor à singela obra.

Por termo final contrapus patente!!!
Abumbrei o real sentido 
Da revolução dos pinceis...

E tudo mesmo foi tempo e acaso...

Ardiloso quebra-cabeça que finalizo
Por encaixar a derradeira peça.

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Trilha


Longe de mim violar minha ausência...
Minha segurança hoje esta em debater comigo mesmo,
Confrontando meu inventário mais escuso.

Que ódio cara!!!
Precisar olhar pro que me incomoda...
Revolto, me sinto abandonado....

Olho em volta e suspiro...


Penso nela!!!
Lembro que “ela” não existe mais.

Queria poder apagar minhas memórias...
De tudo o que eu não quero mais...
 

As músicas....
Bendito O Teatro Mágico!!!!
Os acordes me divertem,
Estimo mudar os tons das cantigas...

Me agarro e vou....

Dilato os labirimtos....
Cantos com flores!

Revejo algumas peças teatrais,
Junto com outros cordéis introdutórios...
 
Demudado, percebo que esqueço cada vez mais dela...
Dês estreitamos o relacionamento..
Estamos distantes!!!!

Depois de tudo conscientemente,

Canta o trovão...
Vomito versos e fica cada vez mais difícil...
Expressar sentimentos ou lembrar do seu jeito!!!

Acho que não darei a mais ninguém tanta entrega...
Me irrita o fato de projetar minhas mazelas literárias e...
Sempre de alguma maneira falar dela!!!

O que acredito hoje, é que vai passar...


Não apague as luzes esta noite.

domingo, 8 de junho de 2014

Rastilho


Um toque como um faltriz
Dia enganando dia…
Me refaço, e não encontro o que preciso!!!

Minha voz roqueia e percebo o doce despertar,
Palavreando 12 virgulas em uma frase afirmativa.

Me abarroto de uma coisa promissora.
Colido com velhos amigos….
Um novo instante, abarcando precipitações….
Cingido de ação e efeito….
Tornam -se breves os desencantamentos!!!

Embasado em dar principio ao anti-encalso da auto-piedade!!!!
Vulgarizando o campo de atuação…
Declaro bom e verdadeiro!!!

Palavras mágicas atribuem a virtude de curar!!!!

Sem pressa abordoo concordes harmônicos,
Abraçando meu violão,
Violo minhas imputações e chego tão perto de mim.

Da cor, gosto dos trastes, ate a ferrugem do cordoamento!!!
Num estado de acalmia, felicito-me meneando a cabeça….

Apuro técnicas, me limpo das poeiras e cinzas!!!
Irônico como arde em elevada adequação,
Pela parte que não toco, recuso a admissão!

Propagando branduras, dedilho 10 formas de uma mesma!!
Quisa abrandar a fúria dos harpejos que ultrapassam as paredes!!!

Geramos novos sons e passamos ao fim, afunilando a palta,
Escalando o Sol que Dó,
Fá sustene e não desafina a harmonia.

domingo, 25 de maio de 2014

Os Segredos dos Cegos


Pulsando o coração por acaso….
Estamos aqui!!!
E depois…
Será como se nunca,
Tivéssemos existido.

Um ar sem consistência.
Como um rastro de nuvem dissipado
Na neblina…
Fulminado como um lacre,

Se embriagando com
Vinho e perfume!

Não gosto de ver os
Botões de rosas murcharem.

Invoco a morte!
Fazendo aliança me torno digno dela!
Uma filosofia injusta…

Utilizo conceitos de uma única dimensão!
Extinguindo todo o resto.
Que me torna vazio!!

Agora não existe nada mais do que os prazeres da vida!!

Conhecemos o oculto do obscuro.
O vento do Sudoeste transfigura-se num Pântano
Uma cilada inútil abreviando coisas insuportáveis.
Vejamos se é verdadeiro mesmo!!!

Produzimos provas e condenamos
Nossos próprios pensamentos!
Vivemos por dentro insultando empecilhos,
Serena e comum mente atrevemo-nos a normalizar a norma…

Das regras desfazemos, exercitando nossos pulsos
Parimos e damos à luz..
Não esperamos o reembolso pela nossa santidade…

Por termos corruptíveis experimentamos a morte,

Simplismente...
Por pertencermos a ela.

domingo, 18 de maio de 2014

Rédeas


O grito que foi sepultado não governa mais.
Mandei ela embora de vez…
O tempo muda tudo!!!

Rejeito as fabulas…
Me alimento distintamente!
Profanei caducos grupos de versos.

Distanciado do simples fato de que…
Secou a sensibilidade,
Sobrando apenas o pesar.

Subnutrido sublinho e traço
Uma linha por baixo das palavras e
Transmito a outrem alugando o que
Tem que ser alugado!

O coração contrai e dilata…
Pulsa com intervalos regulares!
Distintivo sinal
Marca passos e esboça  uma obra de cultura!

Depois de tudo…
Examino os nosso pecados secretos…
Os dias se cortam…
Não duram mais do que um sonho!!!

Derramando absentismo em minhas mãos…
Debando da morte…
O ermo…

Menosprezou este compassivo loconismo
Me separando…
Aprendo a ser livre
Desobrigo e arremato…

Dentro de mim….

quinta-feira, 15 de maio de 2014

Tonicidade


Abrilhantou meus pés descalços…
Corro recebendo abrigo,
Corro me resguardando…
Soprou me sugerindo a salvação!!!


Meu amado... quis encontra-lo mas não entrei em vivenda...
Do lado de fora o frio abandonado ....

Não quis a  melhor canção!
 

Funesto anjo de luz que me jogou pra longe…

Ele tem uma maleabilidade de me desarmar!

Formas diferentes de suas próprias “inocências”

Crueldade vertiginosa , odeio ele!!!
Será Querubim que tu nunca foste pra ser bendito?
Ou será que de tão bendito foi sabotado por outros canais de maldição?


No entanto em meio ao palco,

Olhei para o céu, e de lá veio o meu socorro!
Rompeu meu entendimento e constrangeu-me 

Com amor que nunca longrei sentir
Eu não construo mais outros templos 

Sou morada da casa de Deus!!
No amor permaneço.
Que o céu me encha e que seja cadente o meu fim…
E que luzíe mais vezes o teu sorriso Jesus…

quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

Às vezes


Quase que me pego de novo a pensar em Isabel...   
Por um descuido recebi o seu lindo sorriso,
Ecoando como acordes neutros,
Desprendidos de pudores desmedidos causados
Por tão linda menina...

Quase que devolvo o sorriso pra crer na oração,
Desembainhada com um beijo de gosto Bel
Tão lindo abrir os olhos e rever
Tão simplesmente linda Isabel...

Quase que revolto turbilhão há léguas feroz
Serpentina escuridão que migra na direção
Do seu cheiro..... és a flor mais linda que eu já vi....me perdi
Nas estrelas, no espaço!!!

Chega mais uma vez...
Mais um sorriso!!!
Mais um gosto mordido maduramente
Mas...

Às vezes me sinto embriagado com pensamentos soltos
Reunidos em folhas.... versos soturnos,
Com expressivas espontâneas flechas calmantes para
Fechar os olhos e finalizar minha prece.
Sem reteste profiro em prosa rara!!!

Vou dormir, ninar canções pensando nela.
Boa noite minha pequena,
Com o coração bagunçado
Me despeço de tão simples estonteante, linda, bela e serena!

O amor não deleita-se mais ao leu
Hoje ele vive....
Com tão simplesmente Isabel.

sábado, 18 de janeiro de 2014

Homens Do Ar


Hoje dia estranho,
Descobri a antimatéria...
 


Tonta e embriagada!!!
Do outro lado da rua...

 

Algumas garrafas quebradas.
Seguindo o ciclo dos tempos,
Um pedaço de vidro
A sua própria forma!!!!

 

Suspensos espaciais...

 

Já pulei o muro
Para roubar goiabas,
Morri mil vezes...

 

Cabendo na canção

 

Tateando portos com velhas bandeiras.
Onde foram parar os outros???

 

Num absurdo lapso,
Insistindo na coragem
Troquei minhas jóias caras
E bloqueei minha estação.

 

Pontas viradas inimagináveis...

 

Ao meu alcance tudo o que posso tocar...
Ao seu tempo tudo que posso sonhar!!!

 

Em Janeiro redesenho experimentais telas
Remexo um tição de carvão

 

A minha casa
A minha família
E tudo o que vivo
Enquanto sinto tudo isso.....

 

Não vá embora
Espere um pouco mais.

 

O vento sopra forte e estremece!
Homens do ar não apeaião.

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Dezembro


Brilha fim de tarde,
Brisa leve rodeando....
Melodia fugaz!!!
Muitos barulhos tentando
Encontrar harmonia.
Decerto que quase sempre
Perdemos o ritmo.

Dias longos são mais proveitosos.
São mais fáceis de se tornarem pra sempre.
Simbolisticamente falando...

A cura vem.......chega.......logo vem e não se esvai...

Dos mais diversos males não me lembro mais.

Por fim cheguei....
Parei sentado sobre a sombra do preclaro.

Encontrei uma poderosa fortaleza
Me cobri com seus penachos...
Parei imediatamente de sentir frio.

Fiquei em profundo silencio debaixo de suas asas!

De longe vi se achegar multímodas pestes.
Escrúpulos noturnos, poderosas setas deturpadas...

Em fim......

Punhados de cadáveres fétidos
Caiados de maldades!


Batalhões foram dizimados paralelos...
Estou cercado de anjos!

Nenhuma praga me toca....

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Cristalina Concórdia


Requebrando swings,
Obtenho ensaios gerais
Um momento por extenso.

Burlo coisas profanas,
Atinjo preceitos ilusórios
Magnetismo atraído ao ego!!!!

Passeio por estruturas escassas
Dissimulo  atos
Perfilo argumentos.

Carvão e batom em tela
Perdoo coisas que não são minhas
Acalmo tributos ao atribulador.

Prognosticaste governo
Ensaiando mais um cordel
Sede de representar.

Consciência, atitude e proceder
Intimidada e reconhecida em cartório
Pois se fez necessário declarar...

Preexistiu fraterna piedade
Mostrou dia após dia
Verdadeira grandeza.

Ressoas cristalina concórdia
Deixo a esfera hostil
Imensamente feliz.

Mergulho sobre viva destra,
Regendo tudo com divinal maestria....
Silencio.

sábado, 30 de novembro de 2013

Soneto


                              I


Que calma Carolina trazia! em um meigo olhar!
Nos braços dela fazia tão sincero sonhar!
A noite que deixaria falar baixinho,
E apenas o coração escutar!



Minha senhora, Carolina fazia-me tão lindo sonhar!
Trazia-me em doce canto, em curtido movimento
Dando sinais! eternizando o momento com sagrado
Instante! valha-me Deus esse amor às voltas!



Dai-me Deus a chance, de ver Carolina!
Conceda-me o fardo da beleza suspirar!
Pois com Carolina fico dia e noite!



Em pensamento alma e coração,
Valha-me Deus reaver Carolina!
Valha-me Deus, meu coração.......

 
                               II

Pensei, muito pensei!
Passei, muito tempo procurando!
Custei acreditar, no que via!
Tão belos olhos, linda noite,
(ou manhã)?



Ainda muito penso! conforme passo,
Pensando em você! noite ou dia?
Ainda não sei! só sei que penso!
Dentre todos eles, está você!



Ainda não sei, se terá fim agonia!
De ficar noite e dia! me confundo,
Porquê? fico pensando em você!



Dia e noite, penso! muito penso eu!
Passo agora o tempo, não mais pensando!
Agora passo o tempo, sonhando!!!!!


 
                             III

Passa, amor santo!
Entre palmas, desfruto o canto!
Entre seio desprendo,
Todo mal pensamento!



Passa logo, não carece mais a dor!
Volta, meio aos braços,
Faz-se rir de alívio o coração!
Passa logo, passa então!



Reze as mãos, cedam os braços!
Pois, já fez regaço o coração!
Passa o tempo, logo então!



Sem demora fico agonizando!
Mãos frias, gélido sorrir!
Passa amor, mais uma vez então!!!!!

 
                             IV

Seriamente, aprendi a dizer não!
Confesso, que teria dito sim! ou algo parecido.
Simplesmente por entender,
Que faço mal a mim mesmo!



De certo, havia de ter dito sim!
Ter confessado no instante!
Más, achei prudente! o melhor
A fazer é não comentar!



Esquecer por um instante,
Descravar do peito todo amor
Livrar-se de mim!



Pensando assim! agora faço.
Da dor meu eterno pecado,
Esperando me libertar de você!!!!!

 
                              V


Olhe bem lá fora, veja o mundo,
Esperando ver a flor!
Vejo bem agora, a esperança
Conduzindo-me ao amor!



Digo, feito louco, espero ser!
Querendo o querer tão puro!
Ainda confundo o amanhecer,
Com meus olhos invernados!



Passo agora os dias tentando!
Decifrar os mistérios da vida,
Salvo, em mim o amanhã!



Deixo, a ti, o hoje! passo,
Espero e desfruto!
Dias mais puros, dias de prazer!!!!!!!

 
                          VI

Carolina, ainda fazia "meu Deus"!
Em seus braços, pensava eu,
Estar no Olimpo! desfrutando
Em seu amor, encontrar a paz!



Tão bela forma, conduzia-me!
Entre campos, procurando
Nuvens! inventando no espaço!
Sem noção de tempo, sonhando!



Agarrei-a forte, entre peito
Havia espaço, coração!
Dilacerado pela beleza!



Beijo os lábios e selo a alma!
Confesso estar enamorado,
Por tão simples Carolina!!!!!!

sábado, 23 de novembro de 2013

Deslumbrando a Cena


Sonhos de vans filosofias.
Reflito então em ética e respeito.
Redemoinhos impetuosos...
Os semelhantes se fortalecem...

Falando de conveniências,
Guardando defeitos em arquivos
Únicos e indissolúveis,

Rumino imemoriais carmesins!
Uma beleza acabada....
Alusão de nada.... Saca!
Imprudentemente ainda quando penso nela,
Toco aquele velho e empoeirado
Instrumento de cordas.

A calçada se torna um lar para quem não tem casa.
Absolutíssimo me liberta,
E em queda livre transpasso todos os limites!

Domino meus instintos,
Determino vastas claves e bordões,
Individualmente advirto que há mesmo uma desordem...
Caminhando e semeando em um campo harmônico
Entrelaço matrizes dedilhadas,
E em meu coração
Tu deslumbras a cena!

Salteias em tal caso em demasia.
Eita coisa boa!
Banqueteamos nós
Satisfeitos e fugazes
Iluminando excelências em todo âmbito.



Consoantes soturnas debaixo de um biombo
Minha gueixa dançando...
E antepondo a lua em seu nível circunstancial
Vontade de toca-la, afaga-la,
Como sonhar após canção de ninar.
Gracejo oportuno,
O coração às vezes para de brilhar por causa da sua ausência.

Parâmetros de grafias duplas,
Sempre capaz de manifestar tudo o que realmente somos
Quando juntos estamos!

A verdade é que as outras me completavam
Porem tu foi a única que me fez transbordar.

Aprendi contigo verdades particulares,
Calmaria e serenidade são supremas virtudes.

Tu foste mesmo meu amor de alma!
Mesmo a felicidade sendo apenas um estado de espírito,
Quando conversava-a mos acrescentavas vida em meus dias!

Einstein disse certa vez que...
Os ideais que iluminaram os seus caminhos
E sempre deram lhe coragem para enfrentar a vida com alegria
Foram a verdade, a bondade e a beleza!!!

Pensando eu nisso, com um sorriso nos lábios...
Lembro sempre de ti!
E isso faz ecoar nos quatro cantos do orbe
Todo um sentimento honesto e puro.....

E tudo se torna realmente possível....

Flamenco Brejeiro


Eu quero cantar contigo o que há de bom......
Navegando num oceano azul sem final,
Sem final........


Viajaremos ate um Aerólito,
Uma cadente qualquer!
Esta é a nossa sina amor...


Minha princesa!!!!
Olhe nosso esconderijo nas estrelas...


Minha princesa!!!!
Olha quanto querer coube nas asas da paixão...


Avanço harmoniosamente
Alcançando o seu coração.


Não obstante um oceano cintilante
Iluminou as trevas,
Junto com o amor que atraído como um raio


Laçou, dois corações que se abalroaram
Na pureza das correntezas!


Será, talvez que o que há de bom
É tudo que o futuro nos reservara?



........................................

Ou, vai, amor...
Que reluzas de dourado os teus caminhos.

E volta conquanto o preço da tua ausência
Dói de mais no coração,
A mais bela história de amor
Contada pelo próprio autor!


Vem só para dizer mais uma vez...


Que teus olhos às vezes eu,
Que teus olhos às vezes tu,
Tento imaginar aonde vão.....
Imaginando aonde vão!
Me sinto como um charlatão celestial
Arranjos, prelúdios, regências.....
Revertidas em meu próprio porvir!!

Quero sons de carrilhões chorando baixinho,
E em meu peito nascera de mansinho
Um flamenco brejeiro,
Um sapato novo brasileirinho,
Uma estrela de veludo,
O amor em clima de paz...

Em clima de paz...

Que vem só para dizer mais uma vez
Que eu amo você....